
Mãe desculpe se estou desobedecendo você, mas vou revelar alguns dos seus segredos a todo mundo. Mas não se preocupe, não vou contar para ninguém o segredo daquelas receitas maravilhosas que só você sabe preparar. Sabe mãe, o mundo que aí está parece até que não está nem aí para a mãe. Estranho dizer, mas... que mundo filho-da-mãe! Talvez o mundo de hoje ande mesmo assim sem pai nem mãe – principalmente sem mãe, o que é uma pena (sem querer fazer ciúme ao pai).
Ah se o mundo ouvisse você...
Se o mundo ouvisse você, mãe, não haveria tanta injustiça, pois, como você sempre disse, nenhum irmão é mais querido que o outro não é verdade, mãe?
Se o mundo ouvisse você, mãe, não haveria tanta fome no mundo, pois, como você sempre disse, todos nós somos irmãos. E irmão que é irmão não vai deixar o outro passando necessidade, não é, mãe?
Se o mundo ouvisse você, mãe, não haveria tanta violência, tanta guerra, pois como você sempre disse, é feio um irmão brigar com o outro, não é mesmo, mãe?
Se o mundo ouvisse você, mãe, a natureza seria outra, pois como você sempre disse, a natureza é a nossa segunda mãe. Já imaginou? Até esse tal de “aquecimento global” ia ter outro significado. Com amor, o aquecimento do mundo ia ser aquele calorzinho aconchegante dos braços e do coração da mãe – da mãe-natureza, é claro!
Se o mundo ouvisse você, mãe, não havia tanta gente ingrata, que se esquece até da própria mãe. Mas a mãe, a mãe de verdade nunca esquece. Mãe é todo dia ali (e quantas vezes a noite toda). Ela está sempre presente, seja neste mundo (ingrato, repito), seja no outro mundo, quando toda mãe um dia vira um anjo só para ficar pertinho dos filhos amados.
Ah, perdoe, minha mãe, se digo para o mundo todo, esses seus segredos. Mas com um mundo assim tão grande se comportando de um jeito tão pequeno... só uns bons conselhos de mãe ia dar jeito.
Mãe me dê sua benção, para que o Pai lá do céu se compadeça de nós, filhos certos ou errados, mas sempre filhos de uma linda e adorada mãe.
Ah se o mundo ouvisse você...
Se o mundo ouvisse você, mãe, não haveria tanta injustiça, pois, como você sempre disse, nenhum irmão é mais querido que o outro não é verdade, mãe?
Se o mundo ouvisse você, mãe, não haveria tanta fome no mundo, pois, como você sempre disse, todos nós somos irmãos. E irmão que é irmão não vai deixar o outro passando necessidade, não é, mãe?
Se o mundo ouvisse você, mãe, não haveria tanta violência, tanta guerra, pois como você sempre disse, é feio um irmão brigar com o outro, não é mesmo, mãe?
Se o mundo ouvisse você, mãe, a natureza seria outra, pois como você sempre disse, a natureza é a nossa segunda mãe. Já imaginou? Até esse tal de “aquecimento global” ia ter outro significado. Com amor, o aquecimento do mundo ia ser aquele calorzinho aconchegante dos braços e do coração da mãe – da mãe-natureza, é claro!
Se o mundo ouvisse você, mãe, não havia tanta gente ingrata, que se esquece até da própria mãe. Mas a mãe, a mãe de verdade nunca esquece. Mãe é todo dia ali (e quantas vezes a noite toda). Ela está sempre presente, seja neste mundo (ingrato, repito), seja no outro mundo, quando toda mãe um dia vira um anjo só para ficar pertinho dos filhos amados.
Ah, perdoe, minha mãe, se digo para o mundo todo, esses seus segredos. Mas com um mundo assim tão grande se comportando de um jeito tão pequeno... só uns bons conselhos de mãe ia dar jeito.
Mãe me dê sua benção, para que o Pai lá do céu se compadeça de nós, filhos certos ou errados, mas sempre filhos de uma linda e adorada mãe.

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